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Conheça três exemplos de jovens que não se deixaram intimidar e escolheram apostar no desconhecido. Antes dos vinte anos, os três desenvolveram aplicações para smartphones que são um sucesso e já assinaram contratos milionários.

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Muitos dos jovens que começam a sua própria startup podem ser encontrados no segmento das novas tecnologias, onde as histórias de sucesso são muitas e as barreiras são escassas. Com essas condições favoráveis, um crescente número de rapazes e raparigas não vê razão para não levar o seu negócio para a frente.

Nos últimos anos uma nova geração de empreendedores tecnológicos cada vez mais jovens tem emergido muito por causa do fácil acesso às ferramentas e à exposição global que a Internet permite. E os projetos que têm surgido tocam as mais diversas áreas desde as redes sociais, comércio eletrónico, agregadores de conteúdos e muitos outros serviços que atualmente são sobretudo explorados no formato de aplicações móveis.

Muitos deles não são sequer especialistas em programação, apenas têm a vontade de apostar no desconhecido e acreditam no valor e na diferenciação que o seu projeto tem.

Numa altura em que o empreendedorismo está na moda, seja em Portugal ou no resto do mundo, ficam aqui três exemplos jovens com menos de 20 anos que estão a ajudar a definir aquela que pode ser apelidada de geração empreendedorismo.

Jason Marmon: a revolucionar as aplicações de imobiliário

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 Aos 17 anos, Jason Marmon cofundou a startup HomeSwipe com outros dois parceiros (Michael Lisovetsky, 22 anos, e Dean Soukeras, 43 anos). Em 2014, lançaram uma aplicação com o mesmo nome e descreveram-na como se fosse um “Tinder para a procura de apartamentos” – pois basta ao utilizador deslizar entre as várias opções para tentar encontrar a que mais lhe agrada.

A aplicação ficou pronta em duas semanas e foi apresentada a Tim Draper, reconhecido investidor norte-americano. O projeto impressionou e os empreendedores conseguiram um investimento inicial de 500 mil dólares.

Sendo ainda estudante, o dia do jovem começava com as aulas no período da manhã, ia ao escritório à tarde, trabalhava até tarde, dormia pouco e recomeçava a mesma rotina no dia seguinte. Com o sucesso da aplicação, a carga de trabalho aumentou e Jason Marmon decidiu largar os estudos para se dedicar inteiramente à empresa que ajudou a criar.

Em seis meses de atividade, a HomeSwipe teve mais de 47 mil downloads, 18 mil imóveis registados e mais de 2 mil agentes imobiliários associados. A aplicação está disponível gratuitamente para iOS e Android.

George Burgess: por um estudo mais tecnológico

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 Pôr os estudantes a rever as matérias para os testes pode ser um grande desafio, mas quando George Burgess quis rever os seus conhecimentos de geografia utilizando o telemóvel, apercebeu-se que a oferta no mercado era pouca.

Com 17 anos decidiu então criar uma aplicação para que corrigisse essa falha, a Gojimo. Por não ter qualquer conhecimento de código, procurou um programador freelancer e pediu a um professor da sua escola que o ajudasse a criar os conteúdos. Dois meses depois a aplicação de resumos de geografia já estava disponível na App Store, da Apple.

Com o sucesso da app, o jovem replicou o processo e criou aplicações similares para outras disciplinas. Com isso, a Gojimo cresceu ainda mais, o que acabou por levar George Burgess a abandonar os seus estudos.

Aos 21 anos, com vários negócios a serem tratados, o adolescente lançou uma plataforma online com o mesmo nome. Consequentemente, a empresa revelou que fechou um contrato de um milhão de dólares com a Index Ventures – uma entidade focada em fazer investimentos em empresas de tecnologia de informação.

A aplicação é gratuita e está disponível para iOS e Android.

Nick D’Aloisio: a grande aposta da Yahoo!

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Começou a programar aos 12 anos e a desenvolver a sua primeira aplicação para smartphone. “No primeiro dia fiz 79 libras [aproximadamente 110 euros]. A tangibilidade disso é notável”, afirmou o adolescente à Wired.

Três anos depois desenvolveu um algoritmo de agregação de conteúdos e lançou uma aplicação chamada de Trimit. Pouco tempo depois foi abordado por Li Kashing, um investidor de Hong-Kong, que acabou por viajar para Londres e investir 300 mil dólares no conceito. O jovem pegou no dinheiro e começou a trabalhar na aplicação agregadora de notícias, Summly.

“A minha ideia era pegar em qualquer página da Web, copiar e colar na app e depois, pelo ponto de vista do cliente, produzir um sumário”, afirmou.

Quando foi lançada, em 2012, a aplicação recebeu destaque por parte da Apple o que levou a que tivesse mais de 150 mil downloads na primeira semana e cerca de um milhão nos primeiros seis meses seguintes.

A aplicação acabou por ser comprada no ano seguinte pela Yahoo! por 30 milhões de dólares.

A gigante norte-americana usou a tecnologia de agregação, indexação e distribuição de conteúdos do adolescente para conseguir reforçar o setor das notícias, meteorologia e finanças, áreas onde a empresa ainda tem uma presença significativa no mercado.

Génios milionários presentes na lista sub-40 da Forbes
Quando se fala em jovens empreendedores de sucesso, o nome de Mark Zuckerberg é dos que surge mais facilmente e mais rapidamente. E é fácil de perceber o porquê: ele fundou uma das mais influentes redes sociais do momento e aquela que é a mais usada em todo o mundo.

Mas existem outros nomes que passaram do anonimato ao estrelato em poucos anos. Evan Spiegel e Bobby Murphy, os fundadores do popular Snapchat, são disso exemplo. O sucesso de ambos tem sido comprovado ano após ano.

Na edição deste ano dos jovens milionários, a Forbes identificou na lista 46 empresários com menos de 40 anos, sendo que 50% deles devem a sua fortuna à tecnologia. E os fundadores do Facebook e Snapchat constam, claro, da lista.

Mark Zuckeberg, 30 anos na altura, ocupava o 16º lugar na lista com uma fortuna avaliada em 33,4 mil milhões de dólares. Os mais jovens do ranking da publicação são Evan Spiegel (24 anos e uma fortuna avaliada em 1,5 mil milhões de dólares) e Bobby Murphy (25 anos e uma fortuna avaliada em 1,5 mil milhões de dólares).

Numa altura em que muitos especulam se não se estará a viver uma nova bolha especulativa, em torno das startups, um pouco semelhante à que "rebentou" no início do século, não deixa de ser interessante como estas histórias vão surgindo e acompanhar a nova geração de empreendedores que utilizam, de formas criativas, as ferramentas ao seu alcance para enfrentar os mais variados desafios sociais.

 

Fonte:SapoTek

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publicado às 09:01

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1.Brincar

No dia a dia de trabalho é difícil encontrar tempo para fazer brincadeiras, contar piadas, dar risadas. Mas estes momentos de descontração podem ser o gatilho que falta durante o expediente para o surgimento de novas e boas ideias.

E o melhor lugar para isso - se a sua empresa não é do tipo descolada que tem as chamadas salas de descompressão – é no espaço do café, diz Bretas.

Por isso, por mais que sua agenda esteja lotada de afazeres, não negligencie estes minutos mais descontraídos com seus colegas de trabalho no café da empresa.

 

2.Desenhar (ou qualquer atividade artística)

“Tive um diretor que não conseguia falar sobre suas ideias sem estar fazendo uns rabiscos em papel”, diz Brettas.

Ao desenhar, as partes do cérebro relacionadas ao processo criativo são estimuladas. Mas não é só o desenho que tem esse poder. Atividades artísticas, em geral, têm esse efeito.

“A mensagem aqui é um pouco mais profunda. O que quero dizer é: desenvolva sua sensibilidade através da arte. Pode ser pela pintura, pela música, pelo teatro, pela literatura”, diz. 

 

3.Correr riscos

“Tem uma frase que eu gosto que é: quem não corre nenhum risco está correndo todo o risco”, diz Brettas.

Em outras palavras: menos manuais e mais espontaneidade. “Teve uma ideia? Libere-a de forma autêntica, com educação mas sem receio”, indica Brettas. 

 

4.Pensar besteiras (também)

“Da quantidade de ideias é que sai a qualidade”, diz Brettas. Não economize insights, deixe-os fluírem sem julgamentos ou censura.

A espontaneidade estimulada resulta em constante brainstorming em relação ao mundo. E é dela que nascem as invenções revolucionárias, diz o especialista.

 

5. Questionar o Mundo

E por que não? Tempere o cotidiano com mais pontos de interrogação. "A criatividade nasce  de perguntas e não necessariamente de respostas. A criatividade nasce do pensamento divergente e não do pensamento convergente", afirma Tadeu Brettas.

 

6. Encontrar um ponto de fuga

Reservar espaço para sair da rotina é o que Brettas chama de encontrar pontos de fuga. Uma viagem no fim de semana, um passeio em um jardim durante a manhã, um almoço diferente: cabe a cada um determinar a atividade dentro de suas próprias possibilidades e limitações.

 

7. Reunir achados criativos

“Uma dica que eu dou é: crie uma caixa de preciosidades”, diz Brettas. Não confie apenas na sua memória. Viu uma frase engraçada? Anote. Presenciou uma cena inusitada? Registre. Ouviu uma música diferente? Grave o nome.

“Com isso a pessoa vai criando o seu repertório de achados”, diz o especialista. Ele mesmo faz isso e, na sua pasta de tesouros, há de fotos de cardápios de restaurante a frases de Millôr Fernandes. “Todas as vezes que me preparo para desenvolver um trabalho criativo eu vou mexer nesses meus achados”, diz.

 

Fonte: Exame

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publicado às 01:30







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