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A VI edição da Corrida da Liberdade, que se disputará a 13 de Janeiro na Cidade da Praia, vai homenagear o antigo futebolista português Eusébio, falecido na madrugada de domingo aos 71 anos, disse hoje fonte da organização.

 

 

Numa conferência de imprensa, o vereador da Cultura e Desportos da Câmara Municipal da Cidade da Praia, António Lopes da Silva, lembrou que o "Pantera Negra" foi o patrono da primeira edição, realizada em 2009, em que correu ao lado do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira.

 

Segundo Lopes da Silva, conhecido localmente por "Tóber", a sexta edição da corrida que celebra o dia, feriado, das primeiras eleições

multipartidárias em Cabo Verde, a 13 de janeiro de 1991, deverá contar com cerca de 3.000 participantes, entre atletas federados e amadores.

Orçada em cerca de 1.500 contos, a Corrida da Liberdade decorrerá na Cidade da Praia e terá um percurso de 14 quilómetros, havendo também uma miniprova, uma corrida/caminhada de quatro quilómetros, para os menos aptos.

 

Eusébio da Silva Ferreira morreu no domingo, às 04:30, vítima de paragem cardiorrespiratória.

O “Pantera Negra” ganhou a Bola de Ouro em 1965 e conquistou duas Botas de Ouro (1967/68 e 1972/73). No Mundial de Inglaterra, em 1966, foi considerado o melhor jogador e foi o melhor marcador, com nove golos, levando Portugal ao terceiro lugar.

Eusébio nasceu a 25 de janeiro de 1942 em Lourenço Marques (atual Maputo), em Moçambique.

 

Fonte: ANACAO

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publicado às 03:00

 

Manuel Fortes, professor de inglês na Escola Secundária Abílio Duarte, na Praia, está a ser acusado de assediar sexualmente alunas do oitavo ano, dentro da sala de aula. A direcção do liceu do Palmarejo tenta abafar o caso, mas a Inspectora-Geral da Educação, Clara Marques Rodrigues, confirma que já mandou instaurar um processo disciplinar ao professor, que está suspenso das suas funções enquanto aguarda o desfecho do processo.

Professor do Liceu Abílio Duarte acusado de assédio sexual a alunas

Segundo fontes do A Semana, a “bomba” rebentou no fim do passado mês de Maio na turma 8ºH, uma sala de alunos repetentes cuja média de idade ronda os 17 anos. A denúncia partiu de um aluno “problemático” com quem Manuel Fortes teve vários desentendimentos. Contactados pela nossa reportagem, os alunos negaram prestar declarações, pois dizem estar a sofrer ameaças da Direcção da Escola que quer a todo o custo abafar este “podre”.

Entretanto, após alguma insistência, confirmaram que o professor Manuel Fortes assediou várias alunas. “Quando uma menina ia ao quadro, o professor abraçava-a e aproveitava para tocar os seus seios”, conta um aluno. “Ele até me ofereceu dinheiro em troca de sexo”, completa uma aluna do 8ºH.

A directora da Escola Secundária Abílio Duarte, Jaqueline Moniz, diz desconhecer este caso. Estranhamente, não sabe também explicar os motivos por que o professor foi suspenso, isso sem o conhecimento da direcção da escola. Nem consegue justificar como alunos de 17 anos continuam a frequentar o 8º ano numa escola pública.

Mas a nossa reportagem apurou que alguns dos alunos que chegaram a falar a este jornal, foram alvos de uma repreensão oral por parte da directora. Ela ameaçou levá-los ao Conselho de Disciplina por desobediência expressa à ordem de não comentar com ninguém o referido assunto. Isso justamente na semana em que o Instituto Cabo-Verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) lançou uma campanha contra violação e maus-tratos a menores sob o lema “Vergonha é não denunciar. Omissão é Crime”.

Este semanário pode entretanto confirmar que a direção da escola não só tem conhecimento deste caso como também abriu um processo interno para averiguar as denúncias dos alunos do 8ºH. Jaqueline Moniz também comunicou o caso à Inspecção-Geral da Educação que por sua vez instruiu um processo disciplinar ao professor natural de Santo Antão, que há dois anos leciona no liceu do Palmarejo. A decisão final deverá ser conhecida na primeira quinzena de Julho.

Para evitar o envolvimento entre professores e alunos, diz a Inspectora-geral da Educação, o Ministério da Educação e Desporto vem investindo forte no trabalho preventivo. “Temos ordens expressas para não tolerar qualquer tipo de envolvimento entre professores e alunos, mesmo fora do recinto escolar. E não importa se os estudantes são maiores de idade. Não vamos consentir”, avisa Clara Marques Rodrigues, revelando que só neste ano de 2013 cinco professores foram demitidos devido a este tipo de comportamento.

 

Fonte:ASemana

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