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RAN - ResilientAfrica Network

por Kabuverdianu, em 11.08.14

he ResilientAfrica Network (RAN) funded by USAID is a partnership of 20 African universities in 16 countries. It is led by Makerere University with Tulane University’s Disaster Resilience Leadership Academy, Stanford University and the Center for Strategic and International Studies (CSIS) as partners. RAN is one of seven development labs under the Higher Education Solutions Network (HESN) in the office of Science and Technology (OST), USAID. The RAN program is led by Prof. William Bazeyo (Makerere University, Uganda) the HESN Development Lab Director for RAN.

RAN will strengthen the resilience of communities by nurturing and scaling innovations from the different universities. It will apply science and technology to strengthen the resilience of African communities against natural and man-made stresses. Its objectives are to:

  1. Design and operationalize a scientific, data-driven and evidence-based resilience framework for Sub-Saharan Africa that builds on the resources already engaged through the RAN.
  2. Strengthen resilience at the individual, household and community levels through innovative technologies and approaches to development, which will be identified, incubated, tested and scaled through the RAN, in collaboration with its partners.
  3. Enhance resilience-related knowledge and share it globally, engaging students, faculty, staff, and development experts from around the world to collaborate on solving resilience related problems.

Development and humanitarian aid have been historically addressed on a project-by-project basis within different sectors including health, education, and agriculture among others. Although these efforts have saved lives and met immediate program objectives, they have not increased the capacity of affected populations to withstand future shocks and stresses.

RAN will hence adopt a resilience based approach to programming that provides a framework for analyzing resilience and enables people to discover how to be more resilient to shocks and stresses.

To achieve this, RAN will engage a wide network of students and faculty members in improving well-being though generating local innovative solutions to specific development challenges in African communities.

 

Source: http://www.ranlab.org/

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publicado às 04:48

“O Governo é inimigo de empresariado e do negócio, e deste modo nós não podemos falar da inovação e empreendedorismo em África se o Governo não apoiar, por isso devemos pressiona-los para que possam mudar de postura”, disse o empresário do sector da informática, Herman Chinery-Hess.

 

Chinery-Hess, considerado o “Bill Gates do Gana”, falava durante o workshop sobre “Empreendedorismo e Inovação”, realizado no âmbito da Cimeira sobre Inovação em África,  onde se destacou a necessidade de os empresários se “juntarem para inovar”.

No entender de Herman Chinery-Hess, há países em África que funcionam como “empresas privadas” pertencentes aos políticos, já que segundo ele, “em muitos casos” quando os empreendedores apresentam uma ideia ao Governo, o mesmo copia essa ideia e faz a sua implementação como se fosse criado pelo referido executivo.

 

“Os problemas do continente africano acabam com a criação de oportunidades de negócio, por isso deve-se dar oportunidade aos jovens empreendedores de inovar e criar coisas novas, mas em África as pessoas que trabalham no Governo e que deviam ajudar, não fazem isso”, acusou.

 

Exemplo diferente deu um outro orador. O empresário da área da advocacia dos Estados Unidos de América (EUA), Winslow Sargeant, disse que no seu país o Governo apoia as pequenas empresas.

 

“Nos EUA, 99,7 por cento das empresas são pequenas porque têm menos de 500 empregados, mas são importantes para a economia, ou seja, o compromisso com o empreendedorismo é grande “, disse, sublinhando que quando se quer implementar uma ideia de negócio, a primeira questão que surge é a financeira, entretanto, lembrou que o Governo norte-americano trabalha em parceria com essas pequenas empresas.

 

“Sem empreendedor não há um país e para inovar é necessário fazer algo que nunca foi feito”, frisou, alertando que antes de implementar uma inovação, o empreendedor deve fazer a análise do mercado para saber se essa inovação vai trazer lucro.

No final, os dois oradores concluíram que para ser empreendedor e inovador “não é preciso muito dinheiro”, mas que a empresa criada deve gerar lucros para o seu criador e colaboradores.

 

Fonte: BINOKULU

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publicado às 10:05






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