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Ilha do Fogo: Descubra Cabo Verde

por JM, em 22.11.14
 
 

A ilha do vulcão... uma mística de sobrevivência

 

De origem vulcânica, a ilha viu nascer o seu nome em torno do imponente vulcão que, ainda hoje, se encontra activo. Fogo é uma das ilhas mais férteis de todo o arquipélago e, quem por aqui passa, tão cedo não esquece os contrastes, os sabores e aromas.

 

De cor negra, quente e verde tenro, a ilha que produziu, em tempos, algodão e café e, que a colocou nas rotas dos escravos, é agora terra do sabor e aroma únicos do vinho e do café. A colonização trouxe para esta terra os traços de uma arquitectura ainda preservada, aos quais não faltam os sobrados, ícones da história deste povo. Fogo convida, ainda, a belas caminhadas não só para espeleologistas, mas também para todos os que quiserem conhecer os mais belos traços de uma cultura afro-europeia.

 

Sinta o magnetismo do vulcão e a mística da paisagem
 
Ainda activo, o vulcão da ilha do Fogo é uma figura imponente em toda a ilha, principalmente se estivermos na pequena aldeia da Chã das Caldeiras, localidade situada no sopé do cone principal do vulcão.

 

O aspecto de paisagem lunar de Chã das Caldeiras impressiona qualquer visitante, envolvendo este na mística da paisagem, com o vulcão, mesmo ao lado, imponente.

 

Surpreenda-se com a singularidade da cultura
 
Entre histórias e danças, o povo da ilha do Fogo caracteriza-se por apontamentos físicos muito distintos das outras ilhas cabo-verdianas, como os cabelos louros e olhos azuis, herança genética do francês Armand Montrond.

 

Além da herança genética, Armand Montrond deixou uma herança cultural distinta, que se revela nas técnicas de produção de vinho e do café e na música. Para além do artesanato local, confeccionado em lava, Chã das Caldeiras é o sítio ideal para se deixar levar pelos sons da dança da “Talaia Baixo” ou dos bailes populares que acontecem por toda a ilha. A “bandeirona” é uma manifestação cultural das mais populares de todo o arquipélago, a qual vale a pena assistir, por ocasião do 1º de Maio.

 

Aventure-se na caminhada até ao topo do vulcão

O vulcão, de quase três mil metros de altitude, é o ponto mais elevado de todo o arquipélago. Escalá-lo, de Chã das Caldeiras até ao seu topo, constitui uma experiência inesquecível para  todos os que procuram experiências e sensações inéditas, numa paisagem agreste, lunar e fértil.

 

 
Venha explorar os trilhos cravados nas montanhas
 
As vinhas e os cafezais da ilha do Fogo proporcionam momentos aromáticos e singulares nos passeios às plantações. Aproveite estes momentos e delicie-se com o vinho e o café do Fogo, cultivados em zonas inóspitas e vulcânicas, cujos microclimas lhes atribuem sabores e aromas singulares.

 

Fonte:TurismoCV

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publicado às 19:40
editado por Kabuverdianu a 14/7/15 às 12:37

 

A ilha das  flores.


Brava é uma das ilhas mais verdes de todo o arquipélago e a sua riqueza de flores abunda os olhos de quem, um dia, a proclamou como a “ilha das flores”. Das ilhas habitadas de Cabo Verde, esta é a mais pequena.

 

O verde desta ilha, cheia de encantos por descobrir, traz consigo cenários de diversas cores e aromas, onde os vales profundos contrastam com os picos mais altos. Com um litoral sinuoso, as baías ganham o seu encanto, onde o azul do mar e o verde da terra contrastam com as coloridas embarcações que aí podemos encontrar. Fajã de Água é de visita obrigatória. A Brava presenteia, por trilhos acidentados, com as cores enérgicas das buganvílias, o aroma do jasmim e a doçura dos hibiscos. Deixe-se igualmente envolver pela mística da Cidade de Nova Sintra, capital da ilha, que possui características marcadamente coloniais.

 

Onde a tranquilidade e a beleza não têm limites.
Como refúgio da azáfama quotidiana que se vive noutras ilhas, Brava brinda cada visitante com momentos tranquilos de puro relaxamento e meditação, por entre vales profundos e montanhas íngremes ou, simplesmente, ao som do mar que os ventos agitam nas muitas baías desta ilha.

 Brava destaca-se, ainda, pela beleza que compõe os ilhéus que, ao largo da costa norte da ilha, acolhe colónias de aves marinhas muito raras.

 

Onde se renovou a essência da morna.

Eugénio Tavares, nascido na ilha Brava, é tido como o grande compositor, reformador e renovador das letras e músicas da Morna, género musical cabo-verdiano originário da ilha da Boa Vista, e que reflecte a realidade insular do povo de Cabo Verde, o romantismo dos seus trovadores e o amor à terra (o ter de partir e querer ficar…).

 

Hoje, e em sua homenagem, a casa onde viveu em Vila Nova Sintra, cidade capital desta ilha, é a “Casa das suas Memórias” e que vale a pena visitar.


Uma ilha ideal para a prática do trekking.

Perfeita para longos passeios, a ilha Brava, com os seus 67 km2, proporciona cenários de muitos recortes do litoral e vistas panorâmicas de grande beleza. A apenas 20 km da ilha do Fogo, a paisagem é quase sempre interrompida pelo majestoso vulcão vizinho (Ilha do Fogo), contrastando com os muitos tons de azul do mar e com as mil e uma cores daquela que é conhecida por “ilha das flores”.

 

Fonte: TurismoCV

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publicado às 22:48
editado por Kabuverdianu a 15/7/15 às 12:22






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