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A Comissão Europeia anunciou hoje que o mecanismo de protecção civil da União Europeia foi activado para apoiar Cabo Verde na sequência da erupção do vulcão do Fogo, acrescentando que Portugal já ofereceu assistência em géneros.

 

 

 

Apontando que o mecanismo foi accionado por solicitação das autoridades de Cabo Verde, o executivo comunitário indica que já se encontra a caminho do arquipélago um navio da Marinha - a fragata Álvares Cabral - com equipamento de telecomunicações, um helicóptero e bens de auxílios tais como camas, cobertores e máscaras respiratórias.

 

A Comissão indica que está a suportar os custos de transporte do material e, adicionalmente, dois especialistas de protecção civil estão a ser destacados através do mecanismo para apoiar a missão das Nações Unidas de avaliação e coordenação em casos de desastres.

 

O executivo comunitário indica ainda que “o centro de coordenação de resposta de emergência da Comissão Europeia está em contacto próximo com as autoridades de Cabo Verde e com os participantes no mecanismo de protecção civil da UE”, estando ciente de que os fluxos de lava e as erupções intensificaram-se nos últimos dias, levando as autoridades a ordenar a evacuação de várias centenas de residentes.

 

Fonte: Noticiassapo

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publicado às 12:05

Quatro mil famílias vulneráveis em três das maiores ilhas do país vão beneficiar com ligações à rede de água potável e esgotos no âmbito da implementação do Fundo de Acesso Social (FAS) do Millennium Challenge Account-Cabo Verde (MCA-CV II).

As famílias são das comunidades urbanas, peri urbanas e rurais das ilhas de São Vicente, Santo Antão e Santiago, e o projecto vai ser executado por três Organizações Não Governamentais (ONG) seleccionadas, designadamente Citi Habit, África 70 e Amigos da Natureza.

E para que os animadores comunitários das três ONG tenham uma linguagem e metodologias uniformizadas junto aos beneficiários durante a fase de sensibilização no terreno, o MCA-CV II iniciou hoje uma acção de capacitação de cinco dias na Cidade da Praia, destinada a um total de 35 colaboradores.

“Co-financiado pelo MCA e pela Fundação da Coca Cola para África, o FAS foi concebido para proporcionar ligações à rede pública de água potável e esgotos às famílias vulneráveis que vão beneficiar também com o fornecimento de kits sanitários, como sanita e lavatório”, disse em declarações à imprensa depois da abertura da formação, o director da Unidade de Gestão do MCA-CV II, Hélder Santos.

Segundo esse responsável, o montante a ser distribuído para a implementação do projecto é de cerca de 200 mil contos (2. 300 mil dólares), sendo que das 4.000 famílias, 2.800 vão ser beneficiadas com o acesso a água e 1.200 famílias com o acesso à rede de esgotos.

“Essas ONG vão trabalhar com outros parceiros como Serviços Autónomos de Água e Saneamento (SAAS) das câmaras municipais e a Electra, e as famílias vão participar também com 20 por cento do montante do projecto”, explicou, realçando que as mesmas devem entender que ter ligações à rede de água e esgotos é a parte “mais fácil” e que o “mais importante” é gerir essas ligações.

Sem ter conhecimento de quantas famílias é que não têm ligação à rede pública de água e esgotos em Cabo Verde, Hélder Santos sublinhou contudo que esse projecto vai atingir famílias chefiadas por mulheres, que têm um agregado com deficiência e idosos.

A formação de cinco dias é uma iniciativa que enquadra-se no âmbito da reforma do sector de água e saneamento e está a ser implementada pelo projecto Água, Saneamento e Higiene – WASH.

 

Fonte: Sapo

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publicado às 00:18






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