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Parte da receita conseguida com a bilheteira do último festival da Gamboa foi doada a Jorge Neto. Em conferência de imprensa agendada com a finalidade de fazer um balanço da 21ª edição do festival, a CMP e a GMS Entertainment aproveitaram o momento para fazer a entrega de um cheque simbólico ao artista no valor de 500 mil escudos.

500 Contos da bilheteira do Gamboa revertem a Jorge Neto O festival da Gamboa, que em vinte e uma edições foi pela primeira vez pago, foi, no entender da organização, “um sucesso”. Para Gilyto Semedo, cara da empresa GMS Entertainment que teve a seu cargo a organização do evento, o desafio foi superado.

Para a Câmara Municipal da Praia, na voz do vereador da cultura, António Lopes da Silva, com o novo formato de comparticipação dos munícipes a edilidade ficou a ganhar. “ Este ano em vez de a câmara gastar 25 a 30 mil escudos como nos últimos anos, gastou cerca de 3 mil escudos.” 

A organização salienta porém as “debilidades”. “Houve também alguns aspectos negativos como o atraso no início do festival, constrangimentos nas entradas no recinto e controlo de bilheteira, mas são questões que já estamos preparados para contornar nos próximos anos”, garante a organização.

Segundo a GMS, nos três dias do evento, cerca de 65 mil pessoas passaram pelo recinto, tendo a enchente maior acontecido no segundo dia do evento. 

Gamboa Solidário

“Parte da receita das bilheteiras reverte a favor deste artista, que é um apoio bem merecido, e quer dizer que, no fundo, todos os praienses indirectamente contribuíram para esta causa”. Realçou assim o presidente da Câmara Municipal da Praia, Ulisses Correia e Silva, no acto de entrega de um cheque simbólico no valor de 500 contos a Jorge Neto. 

O artista, que recentemente sofreu um AVC e está em processo de recuperação, mostrou-se satisfeito com a doação. “ Para mim é um acto muito bonito, para uma causa que é necessária, para mim foi o primeiro gesto cá em Cabo Verde. Aceito e agradeço bastante.”

Gilyto Semedo aproveitou ainda a conferência para esclarecer que "existe uma diferença entre comunicação social e Media partners", depois da organização ter sido acusada de impedir o acesso à informação a alguns órgãos.

Para a GMS "tal situação não corresponde à verdade, sendo que todos os órgãos de comunicação social tiveram acesso ao festival, com acesso ao palco para recolha de imagens e à área VIP" mas a "produção do evento achou por bem criar uma zona restrita para os Media partners ...que também eram sponsors do evento." 


Fonte: Sapofest

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publicado às 09:24










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