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oficina de linguagem+audiovisual

 

A DNArtes convida a todos interessados  a assistir a uma mostra de (excelentes) filmes, resultantes da  Oficina de Linguagem Audiovisual promovida pela mesma, no dia 15 de Maio de 2013, quarta-feira, às 19h, no Auditório do Palácio da Cultura Ildo Lobo. "Queremos que venha testemunhar que é possível fazermos e bem!" Afirma um dos promotores da Oficina.


Resumo dos Filmes


Djudan

 

cor, HDV, 5mn

A cidade pede ajuda e grita por socorro. Um apelo com amplitude e sofrimento sonoro a cada pequeno ato ou atitude que fere o nosso ambiente, na “pasu baka”.

EQUIPA:

Ailton Jorge

Che Gonçalves

Verónica Oliveira

Edson Custódio

Cartazcor, HDV, 7mn

 

O documentário traz alguns depoimentos de imigrantes que, em breves palavras, nos falam um pouco da sua integração no meio caboverdiano e realçam algumas dificuldades por vezes encontradas. É um processo que nem sempre acontece sem escolhas, até porque o sujeito se encontra num meio que lhe é estranho e não tem as bases que o país de origem lhe oferece no seu dia-a-dia.

O depoimento de dois nacionais aparece para nos dar uma mostra das opiniões, nem sempre convergentes daqueles que são chamados a conviver com os imigrantes e têm a nobre tarefa de lhes facilitar a desejada integração na nossa sociedade.

EQUIPA:

José Pedro Bettencourt

Graciano Fernandes

Paulo Silva

 

AGRADECIMENTOS

Jeffery Paul Hessney
Mamadou Traoré
Adilson da Graça Jesus
Oriana da Luz Centeio Lima
Zhou Jian Su

CartazDjudan_mini

 

cor, VGA, 7mn

Faial Morais (Pavaroti) um habitante das ruas da Cidade da Praia, ao mostrar-nos os lugares onde mais gosta de estar, fala-nos da sua condição de sem-abrigo.

EQUIPA:

Dino Gonçalves

Isa Elias

Cover-Frente

 

cor, HDV, 7mn

“Vozes Esquecidos” é uma curta-metragem documental que descreve a vida dos jovens cabo-verdianos, particularmente a dos amantes do hip hop. O documentário é primeiramente uma introdução da vida no gueto, do hip hop, da aceitação pública, do abuso político, do abuso do poder, de discurso políticos vazios, da falta de oportunidade, e da incoerência política. M-O, Garoto e Jay são exemplos de típicos amantes do hip hop que fazem parte de um grupo (Kriolus), que sofrem com a dificuldade de serem aceites por quilo que são. A colocação do título do filme sem levar em conta a concordância gramatical, foi prepositadamente colocada para chamar atenção daquilo que o filme realmente trata. Da ignorância duma sociedade onde nem todos têm voz, e si tem, essa voz é muda.

EQUIPA:

António Horta

Fábio “Garoto” Andrade

Jay Monteiro

Helder Veiga



Fonte: DNArtes ( http://dnartescv.wordpress.com/)

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publicado às 17:43
editado por Kabuverdianu a 21/5/13 às 04:30










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